13-02-2016
Bullying

bullying

De acordo com uma cartilha, elaborada pelo Conselho Nacional de Justiça, “O bullying é um termo ainda pouco conhecido do grande público. De origem inglesa e sem tradução ainda no Brasil, é utilizado para qualificar comportamentos agressivos no âmbito escolar, praticados tanto por meninos quanto por meninas. Os atos de violência (física ou não) ocorrem de forma intencional e repetitiva contra um ou mais alunos que se encontram impossibilitados de fazer frente às agressões sofridas. Tais comportamentos não apresentam motivações específicas ou justificáveis. Em última instância, significa dizer que, de forma “natural”, os mais fortes utilizam os mais frágeis como meros objetos de diversão, prazer e poder, com o intuito de maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas. ”

Dentre os motivos elencados para explicar esse comportamento, a cartilha cita: Falha no processo educacional no lar, que não impõe limites aos filhos, processos traumáticos momentâneos, como separação dos pais, dificuldades financeiras e doença na família e, o pior de todos, indivíduos que apresentam a transgressão como base estrutural de suas personalidades.

Quanto ao alvo dos que praticam o Bullying, a cartilha apresenta o seguinte: “as vítimas, de forma geral, já apresentam algo que destoa do grupo (são tímidas, introspectivas, nerds, muito magras; são de credo, raça ou orientação sexual diferente etc.) ”

Ultimamente os jornais têm noticiado casos de Bullying, não somente nas escolas, mas também nas universidades. O fato é que sempre houve esse levante do que se acha mais forte contra os mais fracos. Em toda a história da humanidade podemos observar este comportamento de alguém que imagina que necessita ridicularizar ou agredir o outro, como única forma de se impor no grupo.

A diferença é que agora isso ganhou os noticiários e já possui até o termo técnico, Bullying, que ainda não tem tradução para o português. Por mais que se encontre explicações para o comportamento, nenhum deles justifica esse nível de violência!

O sábio Salomão nos dá um conselho em seu livro de provérbios: “Não tenhas inveja do homem violento, nem escolhas nenhum de seus caminhos. ” (Provérbios 3.31)

Essa pretensa imposição pela força revela na verdade uma enorme fraqueza, a de caráter! E sem o auxílio de Deus o homem continuará se enveredando pelo caminho da bestialidade. “Engano há no coração dos que maquinam o mal; mas há alegria para os que aconselham a paz. ” (Provérbios 12.20)

Pense nisso,

Gilberto Alves

     


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