16-05-2016
O Naufrágio do Orgulho

Titanic

É difícil encontrar alguém que nunca ouviu falar do Titanic. É aquele navio construído em 1912 e que foi considerado a maior obra da engenharia naval da época. Sua história foi eternizada pela engenhosidade e fantasia de Hollywood.

Em sua viagem inaugural, o presidente da companhia dona do navio, deu uma declaração à imprensa afirmando que o Titanic era tão perfeito que “nem Deus o afundaria”. Naquela mesma viagem o navio bateu em um iceberg, teve seu casco rasgado e afundou em poucas horas matando milhares de pessoas.

O que poucos sabem é que dois anos depois foi construído um outro navio, por outra companhia, que foi batizado de “Doulos” que em grego significa “servo”. O Doulos entrou para o Guiness como o mais antigo navio de alto mar em atividade e transporta a maior biblioteca flutuante do mundo. Já visitou centenas de países levando cultura e esperança para povos de todos os continentes.

Na década de oitenta ele esteve no Brasil e eu tive a oportunidade de conhecê-lo. Fiquei encantado com a riqueza do acervo de sua biblioteca e isso contribuiu ainda mais para o meu apreço pela leitura.

Houve no navio uma celebração cristã naquele dia e a mensagem, que era em inglês, deixou gravada em minha mente de adolescente uma palavra muito forte: “Revolution”. Há duas coisas que provocam revolução nas pessoas! Cultura e fé! O Doulos transporta ambas!

Mas a cultura sem fé é perigosa e pode levar à egolatria que é o culto de si mesmo! No Titanic havia muita cultura e, no que diz respeito ao dono do navio, nenhuma fé, por isso naufragou!

Os discípulos de Jesus só foram salvos de um naufrágio porque o Mestre estava com eles no barco. A bíblia declara: “Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11:06) Sem fé somos apenas náufragos!

Pense nisso!

Pr. Gilberto Gedaías Alves

     

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