13-02-2016
Saindo do Comodismo

metamorfose
As mudanças nem sempre são bem-vindas em nossa vida, mas são necessárias para o nosso crescimento. Desde a nossa infância somos desafiados, estamos sempre aprendendo coisas novas, descobrindo o mundo em nossa volta e experimentando novidades todos os dias. Aprendemos a comer, falar, escrever, tomar banho, nos comportar na presença das visitas, respeitar os mais velhos. Um belo dia tudo isso que aprendemos precisamos colocar em prática, a maturidade chegou, crescemos e agora somos independentes, vamos ser cobrados por nossas atitudes, comportamentos e decisões diariamente.

Nos acostumamos com a rotina rapidamente e nem questionamos o porquê fazemos as coisas do modo que fazemos. Então, situações acontecem em nossa vida que nos obrigam a mudar e a repensar o modo como processamos o cotidiano. O nascimento de um filho, a mudança de cidade, a perda do emprego, uma doença grave, a morte de um ente querido.

Todas essas interferências nos desestabilizam e nos obrigam a mudanças por vezes desconfortáveis. Fazemos as nossas escolhas e ganhamos de presente as consequências. Em resumo, a vida é uma constante mudança e aquele que adota o comodismo, na pratica já abriu mão de viver.

Salomão, que meditava muito a respeito da vida, assim se expressa: “Percebi ainda outra coisa debaixo do sol: Os velozes nem sempre vencem a corrida; os fortes nem sempre triunfam na guerra; os sábios nem sempre tem comida; os prudentes nem sempre são ricos; os instruídos nem sempre tem prestigio; pois o tempo e o acaso afetam a todos. ” (Eclesiastes 9.11)

Do prisma humano, a vida não tem um roteiro definido e não temos acesso as “cenas dos próximos capítulos”. A única coisa estável na vida é exatamente a instabilidade e isso nos desafia todos os dias.

Viver é mudar constantemente.

Pense nisso.

Mirian Alves

     

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